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Curso "Gestão
de Energia na Indústria"
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A ADENE - Agência para
a Energia e a AREAC – Agência Regional de Energia
e Ambiente do Centro, organizam de 8 de
Junho a 25 de Outubro de 2006, a 2ª edição
do Curso "Gestão de Energia na Indústria",
no edifício do CBE - Centro da Biomassa para a Energia,
em Miranda do Corvo.
Este curso, com 57 horas de formação (Módulo
I + Módulo II), tem como finalidade principal dotar os
formandos de conhecimentos sobre a utilização da
energia em empresas industriais e capacitá-los para a análise
sistemática dos respectivos consumos de energia. Além
de uma componente de formação em sala (Módulo
I), os formandos poderão vir a desenvolver um diagnóstico
energético à sua empresa.
Programa e Ficha de Inscrição
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Certificação
Energética dos Edifícios
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Os edifícios são responsáveis por cerca de
40% do consumo energético na Europa. A energia gasta com
a iluminação, o aquecimento ambiente e de águas
e a refrigeração das habitações, locais
de trabalho e de lazer é superior à consumida quer
pelo sector dos transportes, quer pelo sector da indústria.
Assim, foi emitida uma directiva comunitária (Directiva
2002/91/CE) relativa ao desempenho energético dos
edifícios para garantir que as normas para a construção
de edifícios em toda a Europa coloquem a tónica na
redução do consumo de energia.
Em Portugal, foram
publicados no dia 4 de Abril de 2006 os Decretos-Lei que aprovam
o Sistema Nacional de Certificação Energética
e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios,
RCCTE e RSECE:
- Decreto-Lei n.º 78/2006 de 04 de Abril - Aprova o Sistema
Nacional de Certificação Energética e da Qualidade
do Ar Interior nos Edifícios e transpõe parcialmente
para a ordem jurídica nacional a Directiva n.º 2002/91/CE,
do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Dezembro, relativa
ao desempenho energético dos edifícios;
- Decreto-Lei n.º 79/2006 de 04 de Abril - Aprova o Regulamento
dos Sistemas Energéticos de Climatização em
Edifícios (RSECE);
- Decreto-Lei n.º 80/2006 de 04 de Abril - Aprova o Regulamento
das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios
(RCCTE).
www.p3e-portugal.com
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Centro de excelência
em I&D de pilhas de combustível em Montemor-o-Velho
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| Em
2004, a AREAC realizou o “Estudo de
soluções técnicas para o tratamento dos efluentes
agro-pecuários do Concelho de Montemor-o-Velho”,
tendo apresentado uma solução de tratamento e valorização
dos efluentes baseada em digestão anaeróbica e pilhas
de combustível, proposta pela empresa AGNI Inc.
Na sequência
desse trabalho, foi com grande satisfação que a AREAC
assistiu recentemente ao anúncio público da instalação
de um centro de excelência de I&D na área das pilhas
de combustível, da AGNI Inc., neste concelho.
Chama-se pilha de combustível a um conjunto de células
em série. Uma célula de combustível é
um sistema electroquímico que combina o combustível
hidrogénio com o oxigénio do ar para produzir electricidade,
calor e água. Este processo não é poluente,
pois não há nenhuma etapa de combustão envolvida
no processo.
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Emissões de poluentes
para a atmosfera - implicações da nova legislação
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No âmbito do novo enquadramento legislativo relativo às
emissões de poluentes para a atmosfera, (Decreto-lei nº
78/2004 publicado no Diário da República de 3 de Abril
de 2004, Série I – A), instalações até
agora não abrangidas vão passar a ser obrigadas a
controlar as suas emissões de poluentes para a atmosfera.
Assim, para além das instalações
de combustão integradas em estabelecimentos industrias,
também, entre outras, as
comerciais ou de serviços (ex: prestação
de cuidados de saúde, ensino e instituições
do Estado), com uma potência térmica superior a 100kWh,
passam a ser alvo de monitorizações
duas vezes por ano, a partir de Julho de 2006.
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Escolha do fornecimento
de energia eléctrica no SENV
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Actualmente, qualquer instalação
alimentada em baixa tensão especial (BTE – com potencia
contratada superior a 41,4 kW), média tensão (MT),
alta tensão (AT) ou muito alta tensão (MAT) pode
livremente efectuar a escolha de fornecedor de energia eléctrica.
A regulamentação em vigor estabelece que
o interessado em escolher livremente o seu fornecedor de energia
eléctrica deve observar os seguintes aspectos antes de
se iniciar o fornecimento:
- Negociar os preços de energia com o fornecedor do SENV
e celebrar o respectivo contrato de fornecimento. A negociação
entre cliente não vinculado e fornecedor é casuística
e segue uma lógica de mercado.
- Formular ao distribuidor da região onde se localiza a
sua instalação o pedido de acesso às redes
do Sistema Eléctrico de Serviço Público (SEP),
o que torna efectivo o estatuto de cliente não vinculado.
- Celebrar com o distribuidor o Acordo de Acesso e Operação
das Redes (AAOR), tendo presente que as instalações
consumidoras em MAT, AT e MT deverão estar dotadas de equipamento
de telecontagem antes de começarem a ser abastecidas pelo
fornecedor do SENV.
Os consumidores
de energia eléctrica em baixa tensão normal (BT),
incluindo os consumidores domésticos e micro empresas,
poderão mudar de fornecedor a partir
de 4 de Setembro de 2006 .
www.erse.pt
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Tarifa bi-horária
na Iluminação Pública (IP)
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Foi
publicado no Diário da República (2ª série)
de 16 de Dezembro de 2004, o Despacho nº 26126-A/2004 relativo
à possibilidade de os consumos de
iluminação pública serem facturados por aplicação
da tarifa bi-horária, tri-horária ou de BTE,
conforme os casos, em alternativa à tarifa simples de IP.
Neste contexto, a AREAC efectuou uma análise comparativa
aos tarifários aplicáveis em 2005, onde foi possível
verificar que a adopção da alteração
tarifária resultava na redução de cerca de
18% nos custos que os municípios suportam com a IP.
A aplicação desta regra por opção
dos consumidores de IP dispensa a substituição do
contador de tarifa simples por um contador multi-tarifa.
Para tornar efectiva esta alteração tarifária,
os municípios têm de requerer à EDP a aplicação
da tarifa bi-horária para os contratos referentes a fornecimentos
em IP.
www.erse.pt
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Centrais Termoeléctricas
a Biomassa Florestal
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Estão
abertos os concursos para a construção
de 15 centrais de biomassa no país. O objectivo é
produzir 250 MW de energia a partir da biomassa florestal. Os
termos dos concursos para atribuição de capacidade
de injecção de potência nas redes do sistema
eléctrico de serviço público e pontos de recepção
associados para energia eléctrica produzida em centrais termoeléctricas
a biomassa florestal estão publicitados no site da DGGE.
www.dgge.pt |
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| A
Directiva sobre Biocombustíveis foi já transcrita
para a ordem jurídica interna e a isenção de
ISP é o mecanismo de incentivar esta nova fonte de energia.
O objectivo a atingir é 5,75% dos combustíveis utilizados
em transportes até 2010.
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Projectos para as Escolas
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A EDP
lançou a iniciativa “O Ambiente
é de Todos – vamos usar bem a energia”,
que desenvolve em 250 escolas do País um projecto de comunicação
escolar de eficiência energética e alterações
climáticas.
Foi desenvolvido um kit pedagógico, do qual fazem parte
materiais lúdico-pedagógicos que visam facilitar
e incentivar a abordagem da temática nas escolas.
Este projecto conta com as parcerias da Direcção-Geral
de Geologia e Energia, do Instituto do Ambiente, da Agência
para a Energia, da Comissão Europeia, no âmbito da
campanha Sustainable Energy Europe 2005-2008 e da UNESCO no âmbito
da Década da Educação para o Desenvolvimento
Sustentável (2005/2014).
www.edp.pt
Está também a decorrer
o primeiro concurso on-line de desenho e
fotografia 2006. Este novo concurso
para alunos a nível europeu é uma iniciativa
da Direcção Geral da Energia
e dos Transportes da Comissão Europeia no âmbito
do ManagEnergy. Este concurso é um desafio para
jovens artistas criarem imagens relativas ao uso sustentável
de energia no seu ambiente local.
O concurso inclui:
- Um concurso de desenho e pintura para alunos entre os 7 e os
11 anos;
- Um concurso de fotografia para alunos entre os 12 e os 16 anos.
www.managenergy.net
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